sábado, 21 de janeiro de 2012

Gravidez aos 36 - Workshop de Preparação para o Parto


Hoje, eu e Beto passamos o dia todo em um Workshop de Preparação para o Parto para Casais Grávidos, cujo tema foi: "Revelar a Sombra, Dar á Luz: Dimensões desconhecidas em torno do nascimento”.

As coordenadoras foram Ana Boulhosa, Doula, Educadora Perinatal e Terapeuta Clínica e Anne Sobotta, minha professora de Yoga para Gestantes. Elas são também coordenadoras da Ventre Materno, Rede de Apoio à Gestação, Parto e Pós-Parto.

O folder dizia:

Esse trabalho enfatizará a gestação, o trabalho de parto e o parto com a intenção de possibilitar o conhecimento da dualidade (dar x receber; coragem x medo; dor x prazer; desamparo x acolhimento) favorecendo assim:
(1) O reconhecimento da própria sombra na gestação/parto: explorando crenças e atitudes sobre medo e dor;
(2) A construção de recursos para sustentar o processo de parir: alívio da ansiedade, liberação das tensões corporais, expansão da respiração, sustentação da própria força, lidando com a dor, refinando a sinergia do casal;
 (3) O encontro com a luz: nascimento de uma mãe, de um pai e de um filho.
 Onde está o nosso medo também está a nossa capacidade de amar.
Sejam bem vindos a essa experiência integradora!

Conversei com Beto sobre o WS e, depois de ouvir piadinhas do tipo “não quero participar de nada sobre astrologia”, já estava quase deixando pra lá. De fato, palavras como “revelar a sombra” e “refinar a sinergia do casal” podem assustar qualquer um que não tenha o costume de fazer trabalhos em grupos ou mesmo terapias individuais. Compreendo, porque eu vivencio essas práticas desde os meus 18 anos e, mesmo assim, também não me sinto muito confortável com dinâmicas de grupo, principalmente com um grupo que eu não conheço.

Mas segui conversando com Anne, lendo mais sobre o parto natural e, conclusão óbvia: eu quero e preciso de Beto ao meu lado. Com ele tudo ficaria mais fácil =) Eu preciso que ele esteja comigo simplesmente para dizer “vamos lá, você consegue” (pode dizer com o toque ou com o olhar, viu?). Mas se ele também puder enxugar meu suor, massagear minhas costas, me segurar quando eu quiser ficar em posições loucas (na hora nunca se sabe o que o seu corpo vai pedir: "O corpo da mulher é sábio. Basta que ela o escute e saberá tudo" - Janet Balaskas) ou apenas para eu ter alguém pra xingar (já peço desculpas com antecedência, caso isso aconteça), já vai ajudar muito!

E para que ele esteja ao meu lado, precisa se informar. Por isso fiz o convite para ele participar deste WS. Quando eu pensei que estava pedindo muito e já estava planejando em ir sozinha (Beto vai a todas as minhas consultas e ultrassonografias, participa ativamente da reforma do nosso apartamento para a chegada de Ícaro – D. Jussana, mãe/decoradora, está achando isso ótimo - lê os livros que indico, etc), percebi que era muito importante para mim que ele fosse no encontro de hoje. Então deixei as coisas mais claras pra ele:

- Você não perguntou sobre o que você pode fazer para me ajudar no dia? Então este WS vai nos ajudar a descobrir! (parecia até propaganda)

E foi então que ele topou.

Passamos um dia muito agradável, juntamente com outros casais grávidos. Somente o fato de estarmos todos juntos já valeu a pena, porque a troca foi riquíssima. Teve teoria (slides e vídeos) e prática (respiração, massagem e técnicas de relaxamento) e tiramos muitas dúvidas. Agora falta a visita à maternidade e o curso que eles oferecem, além das consultas do CALMA e de terminar de ler nossos  "duzentos" livros, pois a equação para um bom parto natural = informação + escolha do médico + apoio familiar =) E com os dois últimos fatores eu já posso contar!

terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Gravidez aos 36 - 4ª consulta

Quando duas gestantes estão juntas em qualquer lugar, até mesmo no Facebook (não é, Sam?), inevitavelmente, o interrogatório começa: "É pra quando?", "Já sentiu chutar?", "Está enjoando?" e, a favorita, "Tem engordado muito?". E hoje fui para a minha 4ª consulta já preocupada com a resposta para esta última pergunta, porque senti que havia engordado e tinha medo de saber o quanto.

Está tudo bem com Ícaro. Crânio bem delineado, cérebro com dois hemisférios, lábios bem definidos, ossificação mandibular e maxilar adequadas, órbitas com formas normais, coluna vertebral sem defeitos de fechamento, coração com quatro câmeras definidas e proporcionais, pés alinhados com as pernas, ... (laudo da ultrassonografia obstétrica morfológica do 2º trimestre), mas saí desta 4ª consulta arrasada: engordei 5kg em um mês!!!

Quando engravidei estava com 58kg e agora estou com 64,5kg! Espero que eu possa conseguir frear esse aumento sem comprometer a nutrição de Ícaro. E não é porque estou preocupada com a minha forma física (também), mas em prejudicar meu parto natural. Se eu engordo, Ícaro também engorda e vai ficar mais difícil sair naturalmente. O mais estranho é que a minha alimentação sempre foi saudável e, desde que engravidei, mais saudável ainda! Sem falar que faço Pilates e Yoga duas vezes por semana e 30 minutos de bicicleta quase todos os dias!!!

No café-da-manhã, geralmente, como pão integral, queijo branco ou cremoso light, leite ou iogurte desnatado e frutas. Andei abusando dos ovos quando a fome (ou a vontade) é muito grande, mas é uma ótima fonte de proteína! E eu costumo "fritá-los" com água, o que é mais saudável. Almoço em restaurantes naturais e á noite tomo sopas ou repito o meu café-da-manhã. Entre as refeições, muita água, frutas e lanchinhos integrais. De quando em quando (tipo uma vez por mês), dividia (do verbo "não-divido-mais") uma lata de brigadeiro com Thiago. Acho que era o meu único abuso e que hoje digo "tchau"! Se tiver com vontade de docinho será leite desnatado com Crunch ou iogurte desnatado com frutas!

Não posso fazer o ponteiro da balança descer, porque fazer dieta para perder peso não é uma conduta apropriada durante a gestação, mas preciso desacelerar o ganho de peso. Quase tão perigoso quanto não engordar o suficiente é engordar demais. É preciso lembrar que quando as pessoas falam que a gestante deve "comer por dois", esse "dois" é um bebezinho e qualidade é mais importante que quantidade.

Entre os riscos de ganho excessivo de peso estão: a dificuldade para medir o bebê, as dores nas costas e pernas, o aumento da fadiga, o aparecimento de varizes, impedimento do parto normal, as complicações no pós-operatório de uma cesárea e a dificuldade de retorno ao peso pré-gestacional. Sem mencionar os riscos para o bebê.

Eu não estou em uma situação grave, pois aumentei 6,5kg em cinco meses, o que dá um pouco mais de 1kg por mês. No meu caso (estrutura física menor), meu ganho de peso deveria ficar em torno de 10kg. E de acordo com o meu livro favorito (MURKOFF, Heidi E.  O que esperar quando você está esperando. 10ª ed. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2010), a gestante deve ganhar 2kg no 1º trimestre, 6 a 7 no 2º e 4 a 5 no 3º. Estou dentro do padrão, mas me assustei, porque de um mês para o outro o meu peso aumentou muito. Fiquei frustrada com isso, porque acredito estar me cuidando, consciente da minha alimentação e disciplinada com a atividade física. De qualquer forma, encontrei consolo na tabela abaixo:

Distribuição do Ganho Ponderal
(valores aproximados)
Bebê
3.500 g
Placenta
   700 g
Líquido Amniótico
   900 g
Crescimento Uterino
   900 g
Tecido Mamário Materno
   900 g
Volume Sanguíneo Materno
1.800 g
Líquido nos Tecidos Maternos
1.800 g
Gordura Materna
3.200 g
TOTAL (média)
13.700 g

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Gravidez aos 36 – Com que roupa eu vou?

Inspirada pelo post da minha irmã resolvi adiantar a publicação de um dos meus posts =)

Lembro que na minha 1ª gravidez, aos 22 anos, estava louca pra mostrar a barriga com blusinhas curtas e batas abertas. Era a minha chance de usar a barriga de fora sem me preocupar com as gordurinhas extras, já que estariam todas esticadas. Hoje, 14 anos depois, acho barrigas de fora muito pouco charmosas, exceto quando se está de biquíni. Mas mostrar ou cobrir a barriga é estilo pessoal e essa introdução toda é só para dizer que a gestação é um ótimo momento para usar roupas diferentes, ou porque você comprou, conseguiu pegar emprestada ou usou toda a sua criatividade com as que já tinha =)

Já se foram os dias de roupas pra gestante com vestidinhos discretos com cara de mãe e calças de malha bem comportadas. Hoje, as roupas seguem as tendências da moda e são tão interessantes que você vai querer continuar usando-as mesmo depois de recuperar sua antiga forma. A não ser que você tenha aquele impulso, que a maioria das grávidas tem, de querer se livrar das roupas que usou durante a gestação, por não aguentar mais ver a cara delas!

Vale a pena lembrar que você não precisa necessariamente renovar seu guarda-roupa. No meu caso, como eu tenho um estilo mais casual e gosto de roupas confortáveis, consegui usar as minhas calças jeans até quase metade da minha gestação usando a criatividade.

Em uma viagem para os EUA, já pensando em engravidar, comprei uma belly band. Essa faixa permite que você continue usando suas roupas de antes da gravidez quando elas já não estão mais cabendo em você (lembre-se que mesmo que você não ganhe peso, seu quadril vai alargar). Ela também cobre a barriga quando suas blusas ficam curtas demais. E também cobre aqueles elásticos das calças de grávida que nem sempre são bonitos. Mas o mais interessante das belly bands é que você pode usar suas calças jeans com os botões abertos! E, por conta disso, eu tive um insight que vai ser uma boa dica para quem não quer gastar dinheiro: é só usar sua calça jeans favorita com zíper fechado e botões abertos com um cinto largo de elástico e lingeries de malha fina por baixo de blusas que vão ficando mais curtas.
Claro que, para isso, suas calças jeans não podem ser estilo skinny, pois elas precisam passar do quadril e você só poderá fazer isso até a 1ª metade da gestação. E se você gosta de usar jeans, comprar uma calça jeans para gestante é um investimento que eu recomendo, pois elas são muito confortáveis! São como as jeans infantis, ou com botõezinhos do lado ou com faixas elásticas (mais confortáveis ainda). O melhor seria pegar emprestada, porque as mais bonitas não são encontradas em lojas de departamento e podem custar caro.

Mas cuidado para não sair comprando tudo assim que o jeans não abotoar! Divulgue entre as suas amigas que você está aberta a aceitar doações ou empréstimos de roupa (tanto para gestante quanto para o bebê =). Eu só faltei publicar no jornal! Fui atrás de todas as mulheres que tiveram filhos da minha família! Mesmo aquelas cujos filhos já tinham dois anos! É que algumas pessoas podem ficar constrangidas em te oferecer, achando que você só quer roupa nova. Eu agradeço muito à minha irmã Jam e prima Nanda que me ajudaram a renovar meu guarda-roupa sem eu precisar gastar um tostão!

Além dos empréstimos, dar uma boa olhada no guarda-roupa é importante. Talvez você precise bem menos do que imagina! No meu guarda-roupa, por exemplo, eu tenho muitas blusinhas estilo bata e outras de malha que podem acompanhar o crescimento da minha barriga, além dos vestidos. Você não precisa se limitar à moda gestante e o seu estilo precisa ser levado em consideração! 

Se precisar economizar mais ainda, olhe também o guarda-roupa do seu marido =) Suas camisas mais largas com o acessório certo podem ficar um charme sobre a calça. Talvez usar sua calça seja demais, afinal, você precisa se sentir bonita nessa fase de sensibilidade à flor da pele, mas seus shorts podem ser interessantes, pelo menos para usar dentro de casa. E os cintos com furos a mais também são uma boa idéia. Mas pergunte a ele se pode primeiro =)

E por falar em acessórios, o mais importante são aqueles que ficam escondidinhos embaixo de tudo isso: sutiãs e calcinhas. Sobre o sutiã eu falei no post passado e sobre as calcinhas, se quiser economizar e se as suas forem de cós baixo, não precisa comprar novas ou “de grávidas”, mas dê preferência aos tecidos de algodão ou respiráveis (isso vale para não grávidas também =), já que nosso ritmo metabólico está mais acelerado que o normal e ficamos mais “quentes” (isso vale para todas as roupas). Mas se tiver uma graninha extra, compre alguns daqueles "calçolões" que ajudam a sustentar a barriga. Ah! E nada de meias com elásticos apertados na altura do tornozelo para não prejudicar a circulação! 

Muitas dicas foram tiradas do livro MURKOFF, Heidi E.  O que esperar quando você está esperando. 10ª ed. Rio de Janeiro, Ed. Record, 2010. uma leitura complexa (mas que vale muito a pena) para pessoas que querem ficar muito bem informadas como eu =) E então? O que você está esperando para dar uma olhadinha em seu guarda-roupa (ou no do seu marido)?

domingo, 8 de janeiro de 2012

Gravidez aos 36 – Para Amamentar é preciso ter CALMA


Quando eu e Beto decidimos engravidar, uma das primeiras coisas que pensei foi sobre a amamentação e o quanto eu sofri na minha primeira gestação. Amamentei Thiago até quase dois meses, quando minha mastite foi diagnosticada, e suas últimas mamadas foram muito dolorosas. Como a sua alimentação era exclusivamente de leite materno, ou eu o amamentava com dor ou ele morria de fome! Lembro-me de dar o peito chorando muito e depois me desculpar com ele por não estar conseguindo mais aguentar. Foi quando outra mãe entrou na história, a minha. E, não aguentando mais me ver sofrer, introduziu a mamadeira e me levou ao médico.

Fui atendida em caráter de emergência. Já estava no ápice da mastite, com muita dor e febre. Precisaram fazer punção e, não vou mentir, tudo isso fez o meu parto natural (sem anestesia) ser o acontecimento mais tranquilo de toda a minha gestação (e foi).

O que eu acho interessante é que os filmes adoram mostrar cenas de parto com mulheres gritando, sentindo dores, quando, na verdade, o nascimento pode ser mais tranquilo (ainda escreverei sobre a minha opção pelo parto natural ou normal). Mas, se a mulher não souber a técnica, ou não tiver se preparado antes, dor mesmo, ela vai sentir, quando começar a amamentar. Isso os filmes não mostram e poucas pessoas conversam sobre o assunto.

Observe que a maioria das pessoas pergunta: “você vai ter normal?”, mas ninguém pergunta: “você vai amamentar?” E quando você já pariu perguntam: “Como foi? Doeu muito?”, mas não costumam perguntar: “Está amamentando? Dói muito?” Acredito que, para a maioria das pessoas, amamentar é tão natural que é só colocar o bebê no peito e pronto. Mas não é tão simples assim. “A chegada de um filho (...) pode gerar insegurança, preocupação e cansaço, refletindo diretamente no processo de amamentação. Nesta fase, a informação e assistência são essenciais. É preciso ter CALMA”. 

Recebi esse texto na minha primeira consulta no CALMAConsultório de Aleitamento Materno, que eu conheci através de uma das minhas irmãs quando ela estava amamentando. Tanto eu quanto a minha mãe comentamos: “Ah... se o CALMA existisse na época da amamentação de Thiago...” Além de nos orientarem em casa ou no hospital, você pode agendar quatro consultas com as enfermeiras do CALMA, no consultório, no valor de R$90,00 cada. São consultas individuais apenas para a mãe ou, de preferência, para o casal grávido =) 

A 1ª consulta são orientações gerais através de um bate-papo/palestra sobre a amamentação. A enfermeira conversa com os pais para conhecer as suas expectativas com relação à amamentação, fala um pouco sobre como ocorre o aleitamento materno (uma ótima aula de biologia), faz aconselhamentos sobre o preparo da mama (o que evitar e o que é recomendado) e, ao final, analisa a sua mama (tipos de mamilo – protruso, semi-protruso, invertido) e faz uma indicação do sutiã adequado e ensina como usá-lo corretamente. Essa parte final é a que os maridos prestam mais atenção =)

Saímos de lá com tarefinhas de casa: um texto para o pai ler para a mãe e outro para a mãe ler para o pai (confesso que até ia pedir para Beto ler pra mim, mas não achei muito a nossa cara e li os dois sozinha), um texto sobre parte da primeira consulta e outro para ser estudado para a segunda, que será sobre técnicas de amamentação (falarei sobre as outras três consultas do CALMA em outros posts).

Como eu havia dito, pensei logo sobre amamentação quando decidimos engravidar e, antes mesmo de conseguirmos, eu já havia ligado para o CALMA. Queria agendar minhas consultas logo, mas eles me pediram para (ter calma =) esperar até o 4º mês de gravidez! 

Para toda grávida que conheço, eu divulgo o trabalho do CALMA (chego a fazer terrorismo, talvez pelo trauma que passei, mas acredito ser imprescindível, pelo menos a 1ª e a 2ª consultas). É muito triste ler os depoimentos em blogs de grávidas que descobriram que não poderiam amamentar, pois já era tarde demais para preparar o mamilo, ou de pessoas como eu, que não sabiam como prevenir a mastite. Também não é normal sentir  dor ao amamentar. É muito provável que o bebê não esteja pegando o seio corretamente (ele deve abocanhar toda a aréola e o mamilo, pois se pegar apenas o mamilo a mãe terá sérios machucados). Além de estudar sobre o assunto, eu acredito ser importante ter suas mamas analisadas por especialistas em amamentação e aprender, na prática, sobre as técnicas. O CALMA é daqui de Salvador, mas existem outros consultórios no Brasil, pergunte ao seu médico.

Aproveito para dar algumas dicas:

Evite óleos ou cremes, limpeza excessiva e fricção com toalha ou bucha vegetal nos mamilos e aréolas;
Exponha-os ao sol (até 30 min antes das 10h e depois das 15h). Como fazer topless é difícil, pegue uma camisa bem estampada e velhinha e faça dois furinhos apenas para os mamilos e aréolas tomarem sol. Nenhum vizinho vai perceber!;
Use sutiã com um pequeno furo nos mamilos. A marca do sutiã com furinho recomendada é a Mamy Bem (vendas Sonia Costa 71-9968-9409) e é o único tipo de sutiã que você precisa na gestação (sustentação e preparação dos mamilos) e pós-parto (sustentação e amamentação). Não é necessário comprar sutiãs próprios para a amamentação, porque é bem melhor baixar o sutiã (qualquer um) e liberar toda a mama, mas o sutiã Mamy Bem vem com uma abertura na frente;
Passe o colostro nos mamilos na última semana antes do parto;

Também aproveito para listar:

Serviços oferecidos pelo CALMA:
Consultas à gestante sobre amamentação e cuidados com o recém nascido;
Assistência à puérpera com dificuldades na amamentação;
Orientação sobre extração e conservação do leite materno;
Orientação à mãe quanto ao processo de desmame;
Orientação e assistência na amamentação do bebê prematuro;
Treinamento para pais, avós e babás nos cuidados com o recém nascido;
Orientação e assistência à mãe adotiva no processo de aleitamento do seu filho.

Dificuldades mais freqüentes das pacientes:
Hipogalactia;
Traumas mamilares;
Ingurgitamento mamário;
Hipergalactia;
Mamilos desfavoráveis;
Mamas pós cirurgia plástica;
Extração e conservação do leite materno;
Relactação;
Amamentação do bebê prematuro;
Mastite.